Fitou toda sala, as paredes, os quadros, as prateleiras repletas de livros, o armário, a mesa, a cadeira e, principalmente, a poltrona e o velho divã.
Quantas pessoas já haviam estado ali, imaginou enquanto sentava-se. Continuou a devagar por seus pensamentos a mesma medida que se entregava ao completo estado de tranqüilidade que o conforto do divã lhe propiciava.
Já deitado, com os olhos suavemente fechados, lembrou-se da dona Emma e toda angústia que o luto precoce lhe trouxe. O jovem Carl e sua dificuldade em lidar com os próprios sentimentos e expô-los de forma adequada. O Gustav e sua ansiedade persecutória que fazia com que se sentisse denegado pela própria família. As transferências eróticas, o prazer das pontuações corretas, os casos que se tornaram artigos, as palestras, os livros... Bons tempos.
A presença de uma pessoa adentrando ao antigo consultório faz com que saia do vendaval quase hipnótico de bons pensamentos. Numa fração de segundos a filha se assusta ao ver o pai ali sozinho, mas o semblante alegre faz com que a preocupação se desfaça. Ela sabia o quanto ali era significativo para ele, apesar de nunca compreender como antigamente as pessoas suportavam passar tanto tempo angustiadas, apesar de todas explicações que o pai lhe dera.Por favor, para no próximo que quero descer.
Depois de um longo inverno, volto a escrever. Confesso que ainda não sei como analisar psicologicamente o que escreverei aqui, mas espero atingir minha meta até o final do texto.
Não estou acompanhando o Big Brother Brasil e tão pouco critico quem o faz, como já dizia Caetano, “cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é”. Mas enfim, o que me provocou a voltar a escrever foi a consternação a mim causada pelos desdobramentos emergidos a partir da acusação de estupro a um dos participantes.
Primeiramente ao ver o caso nos TT’s do Twitter no domingo, fiquei curioso e fuçando na internet entendi o ocorrido e esperei para ver os desdobramentos. Li que a emissora externou que não foi estupro e sim algo consensual entre duas pessoas adultas, porém as manifestações contrárias permaneciam.
Pois bem, ontem minha consternação tomou conta de mim e provocou esta verborragia gráfica. Como postei ontem em meu Twitter (@parrera) não sei o que me causou mais consternação, a emissora tratar o caso de estupro como “comportamento inadequado”, a omissão da emissora não intervir no ato ou as pessoas colocarem a culpa na moça pelo ocorrido.
Na verdade, sei o que mais me consternou e quem me conhece também sabe que o que mais me incomodou foi de fato a acusação a moça, que me remete ao meu TCC e a minha vocação de querer defender os “fracos e oprimidos”. Além do meu TCC (cuja apresentação está em algum post anteior) este fato me remete ao conceito de “Sombra” criado por Carl Gustav Jung. A grosso modo, a “Sombra” seria “a coisa que uma pessoa não tem o desejo de ser” (CW 16, parágrafo 470) e neste caso, nossa sociedade falocrática machista condena a mulher por ter bebido, por ter se ficado com alguém, etc. Ninguém quer ser esta mulher que atende seus desejos, que se diverte, que tem autonomia sobre suas escolhas e seu corpo. Por isso creditam a ela a culpa por ter sido supostamente abusada, enquanto dormia.
Além de culpar a moça, os que defendem o rapaz dizem que se ele fosse branco nada disso estaria acontecendo. Discordo totalmente deles, apesar de concordar com a frase “de que outros são iguais perante a lei, porém uns mais iguais que os outros”. Porém neste caso não vejo intolerância racial.
Por fim deixo um alerta, não é possível (ainda) acharmos natural ver um suposto estupro em um programa de televisão, apesar de tantas barbáries se tornarem naturais em nosso cotidiano.
Enfim, acho que é isso. Me esforçarei para melhorar a periodicidade de meus escritos, pois é algo que gosto e me faz bem. Feliz 2012 a todos.
Feliz 2.011
Todo ano que se aproxima renova nossos desejos...
Desejo acreditar profundamente em um ano baseado em outros valores, radicalmente antagônicos aos que dominam hoje, em que pessoas não sejam sinônimos mercadoria, não sejam descartados como refugo, não sejam abandonados pelas esquinas.
Desejo que consigamos resistir a tanta pressão consumista, à tentação de ostentar bens, à aderir a modas, ao status, aos jogos de poder, à corrupção.
Desejo acreditar em um ano com menos consumo e mais criatividade, menos comércio e mais solidariedade, menos competição e mais partilha, menos comunicação e mais trocas autênticas, menos marketing e mais verdade.
Desejo que possamos cultivar a intimidade com os que amamos, praticar o silêncio tão necessário à contemplação do nosso mundo interior, resgatar o olhar que permite o acolhimento do Outro, sem sonegar sentimentos, sem blefar, sem discriminar, sem se omitir.
Desejo que tenhamos consciência da força subversiva do inacabado, do ainda não-existente, das promessas, das utopias, da dignidade, da liberdade, da solidariedade.
Desejo que possamos resgatar a capacidade de amar, reaprender a ternura, agir com humildade, usar o melhor da nossa capacidade, do nosso calor humano, da nossa capacidade de acreditar que um outro modo de viver é possível e absolutamente necessário.
Desejo que muitos compartilhem desses mesmos desejos e que juntos possamos construir esse novo ano.
(Neuzi Barbarini)
Feliz Natal e um Maravilhoso Ano Novo a Todos...
Todo ano que se aproxima renova nossos desejos...
Desejo acreditar profundamente em um ano baseado em outros valores, radicalmente antagônicos aos que dominam hoje, em que pessoas não sejam sinônimos mercadoria, não sejam descartados como refugo, não sejam abandonados pelas esquinas.
Desejo que consigamos resistir a tanta pressão consumista, à tentação de ostentar bens, à aderir a modas, ao status, aos jogos de poder, à corrupção.
Desejo acreditar em um ano com menos consumo e mais criatividade, menos comércio e mais solidariedade, menos competição e mais partilha, menos comunicação e mais trocas autênticas, menos marketing e mais verdade.
Desejo que possamos cultivar a intimidade com os que amamos, praticar o silêncio tão necessário à contemplação do nosso mundo interior, resgatar o olhar que permite o acolhimento do Outro, sem sonegar sentimentos, sem blefar, sem discriminar, sem se omitir.
Desejo que tenhamos consciência da força subversiva do inacabado, do ainda não-existente, das promessas, das utopias, da dignidade, da liberdade, da solidariedade.
Desejo que possamos resgatar a capacidade de amar, reaprender a ternura, agir com humildade, usar o melhor da nossa capacidade, do nosso calor humano, da nossa capacidade de acreditar que um outro modo de viver é possível e absolutamente necessário.
Desejo que muitos compartilhem desses mesmos desejos e que juntos possamos construir esse novo ano.
(Neuzi Barbarini)
E o Vestido?
Nos últimos dias a notícia sobre o vestido de uma aluna de uma Instituição de Ensino Superior Particular tomou conta de parte ou boa parte dos noticiários das mais diversas emissoras.
Segundo a versão da imprensa a referida moça usava um vestido curto e que por conta disso vários alunos a hostilizaram e a ameaçaram. Não gosto muito de me posicionar neste espaço, mas fora eu, alguém mais achou estranho a reação dos alunos da faculdade frente ao fato? Nas ruas, nas empresas, nos mais diversos espaços (públicos e privados) vemos mulheres com padrões de beleza superiores ao da moça, com roupas tão ou mais curtas que as dela e não vemos este tipo de reação.
Sou formado pela referida Instituição e estudei com uma colega, realmente muito bonita. Muitos (muitos mesmo) rapazes de outros cursos e/ou anos passavam pela minha sala para observá-la. Tenho certeza que ela ouviu uma infinidade de palavras agradáveis ou não, porém nunca a vi passar por uma situação semelhante com a relatada.
É a mesma Instituição, o mesmo grupo de alunos, a mesma formação, o que mudou?
A imprensa em sua busca desenfreada por audiência, não se importa com o que realmente aconteceu. Que mostrar com exclusividade, quer ter maiores detalhes, quer maior repercussão.
Não quero eleger culpados, apenas gostaria que as pessoas dessem mais importância as coisas realmente importantes deste País e tivessem mais discernimento em avaliar notícias. Onde estava a UNE nas manifestações contra Sarney? Onde estavam as manifestantes vinculadas a grupos feministas apoiando diariamente quem realmente é vítima de violência motivada por intolerâncias?
Acredito que todos perderam com esta história, a moça que aparentemente está mal orientada por seus advogados, a Instituição que se precipitou em anunciar o desligamento da aluna e deu margem para pré-julgamentos da imprensa e demais veículos de comunicação, os alunos e ex-alunos da instituição que por conta do imbróglio foram atingidos, sendo taxados como maus profissionais e a população em geral que mais uma vez teve que ser telespectadora de outro episódio que nem merecia aparecer na mídia.
Que bom que agora há o apagão para ser explorado...
"Não Reeleja Ninguém"
Não sei ao certo quem iniciou esta campanha, mas sou totalmente favorável a ela.
Agora em Outubro estamos a um ano das próximas eleições, onde elegeremos Presidente, Governadores, Senadores, Deputados Federais e Estaduais.
Como li no Blog do TAS (ótimo por sinal) "é crucial preservar a instituição Congresso Nacional- uma conquista democrática que levou décadas, senão séculos para ser formulada."
Por isso convido a todos que lerem este post a não reelegerem ninguém, podemos dar um basta ao continuísmo de muitos que usam o poder em benefício próprio.
Escolham com inteligência seus novos candidatos, é hora de mudar. Sintam-se à vontade a discordar de mim, afinal, futebol, política e religião se discute sim.
Hoje me peguei pensando, por que ainda não coloquei a apresentação do meu TCC no ano passado aqui?
Não encontrei respostas, então segue abaixo os vídeos da minha apresentação, juntamente com meu amigo Rafa.
Vídeos generosamente gravados pela minha amiga Chris.
Espero que gostem.
Ótima semana para todos nós.

“vou procurando por mim, querendo não me encontrar”,
“acho que não sei quem sou, só sei do que não gosto”.
“eu tenho mais de mil perguntas sem resposta”
E “eu só levo a certeza de que muito pouco eu sei, que nada sei”.
“e eu só quero dizer que eu não sei nada de você” e “não sei muito de mim também”.
...“benditas coisas que eu não sei”.
“Quem sabe isso passa, sendo eu tão inconstante”.
Mas “eu fecho os olhos e tudo vem”...
“posso estar só, mas sou de todo mundo”.
“eu...queria tanto encontrar uma pessoa como eu, a quem eu posso confessar alguma coisa sobre mim”.
Mas “eu não sou perfeito e nem você é”.
Porém “agora eu que decido aonde vou”
E “eu quero mais”,
“Quero, vou, fui, não vi, voltei”
PS. Meu agradecimentos a todos excelentes compositores que tomei a liberdade de utilizar.

Sou um entusiasta da virada cultural.
Foi a partir da primeira que tomei gosto por escrever no blog.
Considero a virada um dos maiores eventos culturais da cidade de São Paulo.
É uma das raras oportunidades onde a população pode de maneira gratuita ter acesso ao que há de melhor nas manifestações artísticas culturais.
Seria injusto de minha parte fazer qualquer indicação da ótima programação deste ano, então segue o link com a programação completa.
Bom divertimento e quem sabe não nos encontramos por lá.

Caminhões e carros rápidos sobre o asfalto, sobre os barracos.
Meninos homens, mulheres meninas, meninas mulheres e homens meninos.
Brincadeiras alegres, verdades tristes, tristes alegrias e verdadeiras brincadeiras.
Contrastes desiguais, vulnerabilidades ambíguas, exceções preconizadas e escassas oportunidades.
Sinuosas longas estradas, prazerosos penosos caminhos, ajudas labuta sorrisos.
Finitas infinitas oportunidades, crescimento desenvolvimento reconhecimento.
Fala, escuta, atua, protagoniza e muda.
Melhor que olhar onde estamos,
É olhar de onde viémos,
É olhar o que conquistamos,
É não conseguir olhar onde podemos chegar
Olhando algumas fotos e textos antigos presentes em uma antigo "Fotolog" me deparei com esta estrofe em uma foto que gosto (acima). Será que a frase é minha? Nem eu sei, mas achei que reflete meu novo momento.
Devido a alguns problemas técnicos estou ausente deste espaço, mas logo retornarei, mantendo a proposta de um viés psicológico. Acrescentando agora também um viés mais social a esta Psicologia, além da disseminação da cultura que seja acessível a todos.
Até Breve...
Breve em março...
Como diz José Simão, em minha “mesopotâmica missão” de disseminação da cultura, não posso deixar de registrar mais uma vez a programação do SESC.
Para quem gosta de música em março teremos no SESC Pinheiros Marcelo Camelo, Zélia Duncan e Maria Rita.
Para quem gosta de cinema, entrem no site do CineSESC e voltem nos melhores filmes de 2008, ganhem 50% desconto para compra de ingresso para ver filmes no referido local.
Para quem gosta de teatro há tantas opções que seria injusto de citar apenas uma delas.
Acessem www.sescsp.org.br e desfrutem da melhor programação cultural da cidade de São Paulo.
Inferno astral, era de aquarius, retorno de saturno e uma pitada de Psicologia.
Astrológica e popularmente, inferno astral é o período de 30 dias que antecedem a data de seu aniversário. Para os astrólogos, inferno astral existe e seria um período para reflexão acerca do ano que teve e do ano que irá começar. Segundo Jung, “quando não estamos em contato consciente com o que nos acontece, tudo acaba nos parecendo obra do Destino, não reconhecemos nosso papel na sua manifestação, não nos sentimos responsáveis por nada; mas, se estivermos conscientemente em contato com nossa vida interior, teremos meios de compreender as fases de crescimento pessoal, enfrentá-las e usá-las como grandes oportunidades de desenvolvimento e transformação pessoal”.
A era de aquarius diz-se ser a época de prosperidade e crescimento da humanidade, porém mais baseada no racionalismo. Para Jung as eras astrológicas são baseadas em constelações reais e não apenas astrológicas.
Por fim, o retorno de Saturno, astrologicamente falando, é o momento que Saturno retorna a casa que ele estava no momento de seu nascimento. Este momento acontecerá aproximadamente aos seus 29 anos e se caracteriza por um momento de transição onde um novo ciclo se inicia, aonde novos valores, objetivos e temores vem tomar o lugar daqueles que até então faziam parte de sua vida. Jung se destacou em seu meio por também estudar a astrologia, porém não achei nada específico acerta do retorno de Saturno, mas me permito expor que poderia se entender como um início de entrada do período que ele denominou de metanóia, onde, a grosso modo, o indivíduo passa a atuar no mundo conforme seu verdadeiro eu (self) em busca de sua plena realização (individuação).
Sem a devida profundidade que o assunto demanda, tentei mostrar que muitas ciências, inclusive a popular, têm convergências significativas, sendo relevante o que cada um acredita, principalmente quando se está prestes a completar 29 anos...
PS: grande parte das referências foi extraída do Google e sites sem peso acadêmico-científico, porém deveras interessantes e esclarecedores.
Programação Cultural
No mês de Fevereiro as opções de programação estão mais voltadas ao Carnaval, que é uma das maiores festas de nossa cultura.
Aparte o Carnaval, que não é muito minha praia indico algumas coisinhas.
Cinema:
- Verônica: Estréia hoje, mas em poucas salas.
Música:
- Preta Gil: Tom Jazz (06/02 e 07/02)
- Dominguinhos: Tom Jazz (13/02 e 14/02)
PS. Acho errado o Tom Jazz não dar direito a meia entrada aos estudantes, cobrando os ingressos como Couvert Artístico.
- Fernanda Takai: SESC Santana (27/02, 28/02 e 01/03).
Teatro:
- Nu de Mim Mesmo: SESC Avenida Paulista (13/02 a 15/03)
- Z.É. – Zénas Emprovisadas: HSBC Brasil (07/03 e 08/03)
PS. visitem regularmente os sites do SESC, do Centro Cultural SP, do Centro Cultural BB, o Catraca Livre, o Culturando, que sempre há ótimas dicas culturais a preços populares.
Aventura...
Durante minhas férias forçadas, mas muito bem vindas, a internet e televisão tem-se feito companhia constante para mim.
Quando falo de internet meus pensamentos me remetem ao TCC de um grupo de colegas que se formou comigo que falava sobre a dependência de internet, o excelente trabalho deles me fez acreditar que sofro deste mal. Mas isso é discussão para outro dia, hoje quero falar sobre a TV.
Cada dia se torna mais difícil apreciar programas de qualidade, que acrescentem algo às nossas vidas. Claro que não sou perfeito e também vejo BBB, novelas, Pânico, CQC, etc., porém esta semana tive a oportunidade de assistir ao ótimo programa “Zoombido”, que é vinculado ao Canal Brasil e muito bem apresentado pelo ótimo cantor e compositor (Paulinho) Moska.
Resumidamente o “Zoombido” é um programa onde o Moska recebe em um ambiente bem intimista, compositores (cantores) que são entrevistados basicamente sobre como chegam a composições. O programa já está em sua quarta temporada e em cada uma delas, cada um dos compositores ajuda na composição de uma canção, inclusive a primeira temporada acaba de sair em DVD pela Biscoito Fino.
Pois bem, no programa que assisti, Moska recebia o cantor e compositor Eduardo Duzek. Ao ouvi-los interpretando a canção “Aventura” pude comprovar na prática o que Jung e a Psicologia Analítica discorrem sobre a música. Primeiramente toda e qualquer criação artística é uma manifestação do inconsciente de seu autor, inclusive quem tiver a oportunidade de ver este programa (e conhecer um pouco de Psicologia Analítica) observará que Eduardo Duzek ao responder de onde vem sua inspiração para compor, faz uma clara referência ao Inconsciente Coletivo, que a grosso modo são os materiais herdados da humanidade. A Psicologia Analítica preconiza que as músicas em si não produzem grande efeito nos indivíduos, mas sim as imagens (lembranças) que surgem ao ouvir determinada música que fazem efeito para o sujeito. Em um documentário chamado “Maria Betânia, Música é Perfume” ela faz esta mesma referência, que as duas coisas que mais fortemente são capazes que trazer lembranças às pessoas são a música e a fragrância e um perfume. E como falei acima ao ouvir a referida canção me vieram sortidas agradáveis lembranças. O que me chama a atenção também é o fato de que esta canção nunca fez parte de minhas favoritas, só me remetendo a ela quando uma antiga colega de serviço contou que era alvo de brincadeiras de colegas por conta de um de seus versos que faz referência aos olhos.
Não irei propor que comprovem isto, pois é mais gostoso ouvir a música quando menos se espera e ser tomado de assalto por estas lembranças (boas ou não), mas procurarei mais dados empíricos que corroborem com a suposição acima apresentada. De qualquer forma, fiquem à vontade para compartilhar comigo quem teve alguma experiência semelhante.
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